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| Foto de congelamento é uma boa opção para quando se pretende fotografar uma cascata, com a água a ficar com o aspecto de gotas, terá escolher uma velocidade alta. |
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Painning
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Regra dos terços
Essa regra de composição foi criada no Renascimento e utilizada por grandes mestres da pintura, como Da Vinci, Giotto e Michelângelo. Todavia, não existe técnica mais intuitiva que a regra dos terços quando se trata de contextualizar a informação ou de privilegiar algum elemento na imagem.
O que é panning? - Matéria
Quem
já viu aquelas fotos de corridas, onde somente o carro está em foco e o fundo
parece estar em movimento, e ficou imaginando como a foto foi feita? A técnica
é chamada Panning, é mais simples do que você imagina.
Panning
é a técnica mais usada quando falamos de fotografia em movimento. A
ideia básica por trás da técnica é a de que o fotógrafo siga o objeto em
movimento e ao disparar, no momento certo, o objeto ficará em foco e o fundo
borrado, dando a sensação de movimento ao assunto da fotografia.
Como fazer o panning?
- Posicione-se em um local seguro, com uma boa visão da cena;
Coloque a câmera em
prioridade de velocidade (modo Tv na Canon e S na Nikon) e
selecione uma velocidade de disparo relativamente lenta, comece com 1/40 e vá
experimentando até achar a velocidade ideal. Qualquer coisa entre 1/8 e 1/60
deve funcionar, mais lento que isso e a foto provavelmente ficará
tremida demais, mais rápido e o fundo ficara muito nítido e sem o efeito
de movimento.
Mais alguns exemplos de panning:
FIM !!!
- Quando o objeto começar a se aproximar, siga-o na mesma velocidade
com a sua câmera, mas evitando mover a câmera para cima ou para baixo.
Dispare várias vezes, mesmo antes e depois que o objeto passe pelo
local desejado, e continue seguindo-o do começo ao fim para garantir que
ele fique em foco. Para facilitar, tente usar um tripé, monopé ou uma
lente teleobjetiva.
- Caso a sua câmera não consiga focar muito bem objetos em movimento ou
se você estiver tendo dificuldades, tente prever onde o objeto estará
no momento da foto e regule o foco manual para focar exatamente naquela
área (lembre-se de não se deslocar muito após o foco estar regulado).
Seja
muito paciente e não desista!
Se
essa é a primeira vez que você esta tentado técnica de panning, não
desista logo no começo. Essa é uma técnica relativamente fácil de se aprender
mas leva um pouquinho de tempo e prática para começar a ter bons resultados. Um
ótimo lugar para praticar é em frente à sua casa com os carros que passam,
lembre-se de afastar-se um pouco do objeto a ser fotografado, quanto mais
longe, mais lentamente você terá que acompanhar o objeto.
Tire muitas fotos! Com
essa técnica você vai perceber que serão poucas as fotografias que vão estar
realmente em foco. Isso é normal até para fotógrafos mais experientes. Algumas
vezes deixar o objeto um pouco borrado aumenta a sensação de movimento na foto.Mais alguns exemplos de panning:
Modo de Prioridade à velocidade
(S ou TV)
Este modo
de prioridade à velocidade é muito parecido com o modo de prioridade à
abertura.
Vamos
controlar a velocidade do obturador e a máquina vai decidir automaticamente
todas as outras variáveis.
É uma boa
opção para quando se está a fotografar objectos que estão em movimento rápido,
tais como desportos, ou outros em que se quer ter uma velocidade elevada para
congelar o motivo da nossa fotografia.
Caso
contrário se pretender fazer uma fotografia, por exemplo de uma cascata, com a
água a ficar com um aspecto de névoa, ou aquela típica fotografia de uma
estrada à noite em que não se vêm os carros mas apenas as suas luzes, ou se
simplesmente estiver numa situação de pouca luz, poderá escolher uma velocidade
baixa.
Exemplos de Velocidade
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Velocidade Alta
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Velocidade Lenta
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Velocidade Alta
1/1000
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Velocidade Lenta 2’’
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Fotografia Digital - Matéria
A técnica fotográfica e o sentido
A origem da palavra fotografia vem do grego
(foto=luz/grafia=escrita) que significa escrever com a luz. Se ela é um tipo de
escrita, então podemos pensar que isso demanda o conhecimento de um código para
podermos entender a mensagem. Esse código é a linguagem fotográfica. Para Ivan
Lima (1988, p. 19): “É um grande erro achar que a linguagem da fotografia é
universal. Não existe nem uma foto que possa ser interpretada da mesma forma
por um brasileiro, um francês e um chinês, por uma moça de 18 anos e um homem
de 80”.
A linguagem fotográfica pode ser compreendida através do
estudo dos componentes de ordem material e imaterial que são utilizadas
conforme a intencionalidade do autor da foto, na tentativa de alcançar um
entendimento por parte do leitor. Os de ordem material são as escolhas técnicas
como: câmeras, lentes, velocidade do obturador, abertura do diafragma,
quantidade de luz, uso ou não do flash, etc. Já os de ordem imaterial ou
mentais são as escolhas de ordem mais subjetiva como: contraste, foco,
enquadramento, composição, etc. A soma de todos componentes escolhidos terá como
produto final a fotografia com a subjetividade e ideologia do produtor, o que veremos
a partir de agora.
Componentes de ordem material
Desde o lançamento da Kodak e da Brownie, ainda no final do
século XIX, o senso comum diz que qualquer um pode “tirar” uma foto. As grandes
dificuldades técnicas, os pesados equipamentos, os processos de revelação
química foram todos suplantados por George Eastmann com seu “You Press The
Button and We Do The Rest". O que dizer então das minúsculas máquinas
digitais de hoje, constantes inclusive em boa parte dos telefones celulares,
nas quais é possível visualizar a imagem pronta no instante seguinte ao da
captura da cena e permitem que se faça um milhão de tentativas “sem custo” se o
sujeito tiver tempo e paciência? Todavia, a fotografia profissional exigem um
pouco mais que “apontar para uma cena e apertar um botão”. Os fotojornalistas
precisam conhecer a linguagem fotográfica e aplicá-la nas escolhas técnicas
para chegar ao resultado almejado. Veremos a seguir os principais componentes
materiais que interferem na produção de sentido.
Luz
Ao nosso entendimento, a luz é a “matéria prima da
fotografia” enquanto o objecto (referente) dá a sua forma. Para o fotógrafo, o
domínio da luz, pode ser comparado ao domínio do barro ao oleiro. Segundo
Weston: “Enquanto houver luz, o fotógrafo tem
condições de trabalhar, pois seu ofício — sua aventura — é uma redescoberta do
mundo em termos de luz.”
Existem, na linguagem fotográfica, códigos razoavelmente
convencionados para o uso da iluminação, conforme as intencionalidades do fotojornalista.
A escolha de um tipo específico de luz para uma cena vai determinar a sensação
que o fotógrafo quer transmitir. Há muitos conceitos e conhecimentos sobre luz
que são úteis para a prática
fotográfica,
principalmente em estúdios. Todavia, para efeito de simplificação, abordaremos
duas situações de luz com as quais se depara o fotógrafo e que farão a diferença
no processo de significação: luz direta ou “dura” e luz difusa ou “suave”.
A luz direta é aquela em que não há obstáculo entre a fonte de
luz e o objecto fotografado, proporcionando sombras duras e contrastes altos,
como nas fotografias tiradas ao ar livre, no sol do meio-dia ou sob lâmpadas
sem difusor. Os manuais de fotografia consideram que esse tipo de luz traz
sensação de desconforto e dramaticidade.
“A luz dura, (...), cria sombras fortes que resultam em fotos nada bonitas (Guia Completo de Fotografia - National Geographic, 2008, p. 99).”
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Exemplo de luz
direta
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Exemplo de luz
difusa
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Já a luz difusa é conseguida, basicamente, de duas formas:
(a) a luz passa por um meio translúcido antes de atingir o objeto, como uma
cortina ou papel vegetal colocado em frente à uma lâmpada; (b) a luz é rebatida
por uma superfície clara que reflete os raios luminosos, incidindo no objeto à
sombra, como por exemplo, alguém perto de uma janela. Esse tipo de luz dispersa
os raios luminosos, criando uma iluminação uniforme e suave. O efeito
pretendido é uma luz diluída, criando sombras pouco pronunciadas e
proporcionando sensação de conforto.
Obturador
É um
dispositivo localizado na câmera, responsável pelo tempo de exposição do material
foto-sensível à luz (filme ou sensor nas câmeras digitais). Quanto maior for o tempo
de abertura do obturador, maior será a quantidade de luz que atingirá o
material foto-sensível. A escolha da velocidade do obturador para a exposição
desejada estará sujeita à combinação com a luz disponível no ambiente a ser
fotografado e com a abertura do diafragma, que serão dadas pela leitura do
fotômetro1. As velocidades mais comuns são: B, 1, 1/2, 1/4, 1/8, 1/15, 1/30, 1/60, 1/125, 1/250, 1/500, 1/1000,
1/2000, 1/4000, (...) 1/200002.
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Botão de regulagem
do obturador de uma câmera analógica.
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“Cortina do obturador”, visível quando o compartimento do
filme está aberto.
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Movimento congelado,
alta velocidade do obturador.
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Movimento congelado,
baixa velocidade do obturador.
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Geralmente,
em uma exposição considerada “correta”, o ajuste da velocidade normal do obturador serve como parâmetro para a escolha
da abertura do diafragma, conforme a luz disponível como, por exemplo, em um
retrato formal. Porém há dois efeitos interessantes que podem ser conseguidos
alterando-se a velocidade do obturador:
(a) o
movimento borrado é conseguido quando um objeto ou pessoa passa em frente à
câmera
com o obturador de velocidade baixa,
como um carro de corrida que deixa um
rastro
na foto, por exemplo; (b) o movimento congelado é obtido quando um objeto ou pessoa
em movimento passa em frente à câmera com obturador de velocidade alta
como,
por exemplo, em fotos de esportes onde os atletas são congelados em plena ação.
Diafragma
É um
dispositivo constituído de lâminas semicirculares justapostas que podem ser ajustadas
alterando o diâmetro do orifício pelo qual passa a luz que atinge o material
fotosensível. É localizado na objetiva,
portanto sua escala vai depender da lente que o fotógrafo estiver usando.
Quanto maior for o diâmetro da abertura, maior será a quantidade de luz que
atinge o material foto-sensível. Quanto menor o diâmetro do diafragma, menor a
quantidade de luz que atinge o material foto-sensível.
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| A representação do diafragma é dada pela letra f seguida do número |
Há,
contudo, uma consequência direta da abertura do diafragma com a profundidade de
campo3 (extensão da zona nítida da foto), que é inversamente proporcional
à entrada de luz, ou seja, quanto mais aberto o diafragma, menos profundidade de campo; quanto mais fechado o diafragma, maior
será a profundidade de campo. Isso significa que o fotógrafo pode optar por
menos profundidade de campo quando quer chamar atenção para uma área específica
da fotografia, média profundidade de campo quando quer alguns elementos na zona
nítida da foto e maior profundidade de
campo quando quer que todos os elementos apareçam nítidos na imagem.
As escalas numerais dos diafragmas nas lentes são inversas,
ou seja, quanto maior o número do diafragma menor será seu diâmetro e
vice-versa. As escalas mais comuns de diafragmas são: 1.8, 2.0, 2.8, 3.5, 4.5, 5.6, 8.0 (menor profundidade de campo) e 11,
16, 22, 32, 64, (maior profundidade de campo).
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Maior profundidade de campo f/16 - a, b e c
estão em foco
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Menor profundidade de campo f/2 - somente b
está em foco.
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Posição do fotógrafo
em relação a a, b e c.
|
FIM !!!
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Balanço dos Brancos
As diversas fotografias que tiramos tem sempre o mesmo
objecto/local/sujeito, para assim conseguirmos comparar as diferenças entre elas.
Neste caso tirei a uma flor amarela e cor de laranja.
Neste caso tirei a uma flor amarela e cor de laranja.
| automático Iso: 20 Obturador: 1/200 seg. Diafragma: f/10 |
| luz do diaIso: 20 Obturador: 1/200 seg. Diafragma: f/10 |
| sombraIso: 20 Obturador: 1/200 seg. Diafragma: f/10 |
| nuvens/nubladoIso: 20 Obturador: 1/200 seg. Diafragma: f/10 |
| halogénioIso: 20 Obturador: 1/200 seg. Diafragma: f/10 |
| tungsténioIso: 20 Obturador: 1/200 seg. Diafragma: f/10 |
| flashIso: 20 Obturador: 1/200 seg. Diafragma: f/10 |
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Comparação entre a fotográfica convencional e a fotografia digital
Fotografia Convencional
É um sistema que está
há mais tempo no mercado, por isso oferece uma maior opção de modelos, tipos de
câmaras e filmes para temas específicos como natureza, praia ou neve,
publicidade, fotografia de moda, fotografia editorial,foto jornalismo, entre
outros.
As
câmaras e os acessórios são se encontram a um valor acessível.
Pode-se ampliar a
imagem nos mais variados tamanhos e proporções.
Revelações com opção de scaneamento rápido e com
custo acessível, que digitalizam as imagens diretamente do negativo ou slide,
possibilitando colocar na Internet, guardar num CD ou colocar textos e efeitos.

câmara convencional

Fotografia
Digital
A câmara transforma luz
em impulsos elétricos que são captados por um sensor.
Estas imagens podem ser
compartilhadas pela Internet, armazenadas em CD DVD ou outras redes
especiais e serem impressas em papel fotográfico tradicional com excelente
qualidade e com custo similar a fotos com filme.
Todas as câmaras digitais
possuem uma lente, um diafragma para controlar a quantidade de luz e um
obturador para determinar o tempo de exposição do sensor à luz.
A foto digital pode ser
manipulada, editada, corrigida e totalmente modificada por meio de programas de
edição de imagens.
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| câmara digital |
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Sensibilidade do ISO
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Profundidade de campo
Nesta foto focamos apenas a borracha e desfocamos os outros elementos.
Diafragma: F/6.3
Obturador: 1/200 sec.
Iso: 1600
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Diafragma: F/6.3
Obturador: 1/200 sec.
Iso: 1600
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Diafragma: F/6.3
Obturador: 1/200 sec.
Iso: 1600
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Breve historia da fotografia
Quando apareceu a primeira maquina fotográfica as fotografias eram a preto e branco. Aproximadamente na década de 1823 - até aos filmes preto e branco actuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes actuais têm uma grande gama de tonalidade, superior até mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em es. Por isso, as fotos feitas com filmes PB são superiores as fotos coloridas convertidas em PB. As fotografias em preto e branco destacam-se pela riqueza de tonalidades; a fotografia colorida não tem o mesmo alcance dinâmico. Na fotografia P&B se costuma utilizar a luz e a sombra de forma mais proeminente para criar efeitos estéticos - há quem prefira fotografar apenas em filme preto e branco, mesmo com a maior facilidade e menor custo do equipamento digital.
Os sensores das câmaras digitais ainda possuem alcance dinâmico muito menor do que a fotografia P&B e mesmo da colorida, estando mais próximo do slide. A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Auto cromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extracto de batata.
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